segunda-feira, 31 de março de 2014

Anatomia Resident Evil #2 - Resident Evil 2

Fala galera!  Estamos chegando com mais  uma Anatomia Resident Evil, hoje falando sobre a aclamada sequência do clássico Resident Evil, sim, estamos falando dele, Resident Evil 2.
A Capcom não levou muito tempo pra  se ligar  de que Resident Evil havia sido um estouro e tratou de mover mundos e fundos para que uma sequência fosse lançada o mais rápido possível. Em 1998 é lançado Resident Evil 2.

O game segue a mesma receita de bolo do primeiro, dois protagonistas tentando escapar de uma penca de zumbis, mas pera ae que a  história é bem mais complexa do que isso. 

Quando no anterior, os finais acabam ficando um pouco confusos, pois jogando com a Jill,  no final você tem conhecimento da traição de Barry e jogando com Chris, ao final Wesker é morto  pelo Tyrant, fica um pouco confuso de saber qual final é o correto, sendo que os dois possuem fatores complementares para  o desenvolvimento das tramas que se seguem na franquia.
A grande sacada de Resident Evil 2 foi a criação de histórias paralelas. Se você jogasse primeiramente com Leon, você não seguiria o mesmo caminho com Claire, o caminho seria diferente  até o final do game.

Falando sobre a  história do game, ele nos mostra os eventos que se seguiram após o incidente da mansão.  O T-Virus acabou se espalhado por toda a cidade e se e um novo vírus estava em desenvolvimento, o agressivo G-Virus.
Em meio a toda essa alegria, duas pessoas acabam se dirigindo a cidade por motivos específicos, Claire Redfield vai em busca do paradeiro de seu irmão Chris (que após o incidente da mansão não havia mais dado notícias) e Leon S. Kennedy, um policial novato que acaba chegando atrasado no primeiro dia, na noite anterior ele havia tomado um fora da namorada e bebeu todas, ficando assim de ressaca, se atrasando para o primeiro dia no trabalho e preservando a  própria vida (sim, se ele não tivesse se atrasado, provavelmente estaria morto assim como todo o resto do departamento de policia).

Leon encontra Claire logo no começo do jogo e os dois decidem que o lugar mais segura na cidade seria a delegacia. Partido para a delegacia, depois de um horrível acidente, os dois acabam se dividindo e seguindo por caminhos diferentes, e essa é a premissa do jogo.
Comparado ao primeiro game, RE2 é absurdamente  mais “liso” por assim dizer. Os personagens não são tão duros quanto no primeiro game, a trama está muito mais elaborada e nos dá uma sensação de que a Umbrella realmente  é algo muito maior do que imaginávamos, além dos inimigos novos apresentados (quem não se lembra do maldito Licker babando do teto?)
O game possui diversos finais, pois você pode fazer tanto o Cenário A com Claire  e o B  com Leon quanto vice e versa, sendo canônico apenas a sequencia Claire A e Leon B.

Além dos dois protagonistas principais, o game apresenta diversos personagens novos, o psicótico Brian Irons, chefe do departamento de polícia e maníaco por taxidermia, Ada Wong, uma mulher misteriosa que alega estar em busca de seu namorado John, mas posteriormente você acaba descobrindo que Ada esconde um segredo bem maior do que isso. A família mais querida de Resident Evil, os Birkin. Bom, para falar sobre os Birkin, vamos começar por William, um cientista considerado gênio que começou a trabalhar para a Umbrella com 15 anos. Ele é o responsável pela criação do G-Vírus, e posteriormente acaba se tornando vítima de sua própria criação. Annette Birkin é a esposa de William, que em diversos momento do game acaba cruzando o caminho dos protagonistas procurando por sua filha, e último mas não menos importante, Sherry Birkin, uma menina de 12 anos que se comporta como uma criança de 5, ela é geneticamente compatível e a hospedeira ideal para o G-Virus. Vale lembrar que em um modo de jogo extra nós podemos jogar com Hunk, o senhor morte, mas deixaremos para falar sobre ele na nossa análise de Resident Evil Operation Racoon City.
Esses personagens vão aparecendo a medida da campanha e dependendo dos caminhos que você vai seguindo. Ao jogar com Claire, você encontra Sherry e joga uma pequena parte do game com ela, da mesma forma com Leon, que encontra Ada no decorrer do game.

O objetivo principal em RE2 é deixar a cidade, mas a medida que a trama vai se desenrolando, o objetivo acaba sendo se manter vivo enquanto William Birkin, infectado pelo G-Virus e monstruosamente deformado segue ao encalço de nossos protagonistas. Vale lembrar que a principal diferença do T-Virus para  o G-Virus é isso. O T-Virus mata e trás o hospedeiro de volta como Zumbi, já o G-Virus  é um vírus mais agressivo, que ataca o hospedeiro e o transforma em uma criatura completamente diferente, agressiva, forte e com um instinto de proliferação do vírus absurdamente aguçado.
É interessante citar que quaaaaase foi lançado um game chamado que hoje é conhecido como Residente Evil 1.5. Que seria o Resident Evil 2, porém, perto do final da produção do Game, a Capcom decidiu abandonar o projeto. Nós não jogaríamos com Claire, mas sim com Elza Soares, existem várias lendas sobre esse jogo. Você confere abaixo um vídeo do seu protótipo.
Resident Evil 2 é até hoje considerado o melhor game da franquia, e pessoalmente, eu concordo com essa ideia. Ele é um jogo aterrorizante, tenso, que não nos deixa respirar, por assim dizer.  

Existem diversas versões do Game, Dual Shock, Director’s Cut e etc, mas todos tendo a mesma ideia principal. O game foi originalmente portado para Playstation 1 e posteriormente para Nintendo 64, o que foi quase um milagre levando em conta que os cartuchos de Nintendo 64 tinham capacidade de apenas 512mb, até hoje é o cartucho mais pesado do console. O game ainda saiu para Gamecube, Dreamcast, e PC.
Se você ainda tem dúvidas quanto a se vale ou não a pena conferir esse game, confira o nosso gameplay comentado do game, mostrando todas as mecânicas e macetes.
Muito obrigado a todos que conferiram nossa Anatomia Resident Evil #2 e continuem ligados porque tem muita coisa legal vindo por ai.


 Isaac Cruz


sexta-feira, 28 de março de 2014

Nostalgia: Disgaea 2: Cursed Memories







Fala Galera!!    Depois de jogar bastante South Park, eu senti uma saudade imensa de um dos jogos que eu mais joguei na vida, Disgaea 2: Cursed Memories.
Porém este não vai ser um review completo, vou deixar para um próximo post. Este, vai ser para contar um pouco do que me fez gastar 600 horas da minha vida jogando um único jogo.

O jogo, desenvolvido pela Nippon Ichi, é um RPG em turnos, que possui uma jogabilidade muito simples, porém agradável e fácil.
A história começa na cidade de Veldime, uma cidade amaldiçoada pelo grande Overlord Zenon, que transformou todos os habitantes em monstros, exceto por um jovem chamado Adell, nosso personagem principal.
Adell tem como objetivo chegar no castelo de Zenon e o derrotar, porém ele não sabe como chegar lá.
Sua mãe faz uma magia de invocação, para invocar o próprio Overlord Zenon, porém dá errado e ela invoca a filha dele, Rozalin.
Assim que eles percebem que deu errado, ele pegam Rozalin com guia, para chegar até Zenon, e é a partir daí que a história começa, com a longa jornada até o castelo do Overlord Zenon.
Sinceramente, quando eu joguei o jogo pela primeira vez, eu não entendi nada da história, pelo fato do jogo ser todo em Japonês ou Inglês. Porém quando eu voltei a jogar, alguns anos depois, eu pude entender a história, e até mesmo as piadas que são feitas. E posso dizer que o jeito como a história se desenvolve e a maneira como a história é contada(por meio de diálogos entre os personagens), são muito bem feitas.


A jogabilidade de Disgaea é simples.Quando você não esta em nenhuma fase, você pode se movimentar dentro da cidade livremente. Já o combate é feito em um campo 3D, que é dividido em quadrados. Cada personagem tem um número de quadrados em que pode se movimentar por cada turno, e um alcance de magias e ataque (caso use armas e magias de longo alcance).
 O jogo possui capítulos e fases, onde cada capítulo e fase tem um design diferente.


O gráfico não era dos melhores, porém para um jogo de Playstation 2, já estava ótimo. O jogo conta com cores bem vivas, dependendo do cenário. Cada capítulo possui uma cutscene de apresentação, onde mostram um pouco do novo cenário que se passará aquele capítulo.

Porém o que realmente chamou minha atenção foi a quantidade de classes que o jogo possui.
Dentro de Disgaea 2, você pode criar novos personagens que você controlará nas batalhas. O legal, é que não é só a classe de Lutador que você pode criar, mas conforme seu Lutador evoluir, você libera um novo tipo, como por exemplo o Guerreiro, e conforme o seu Guerreiro evoluir, você pode liberar o Destruidor, o Gladiador e etc.
O interessante é que não é só o Lutador que possui evolução, mas sim todas as 34 classes, que evoluem não só em nome, mas em aparência, status(força, inteligência e etc.)




 O combate é muito completo, pois todos os personagem pode fazer as seguintes ações: movimentação, ataques básicos, habilidades especiais, defender, levantar alguém, usar itens, trocar equipamentos e ver os próprios status.
A ação de levantar somente é possível ser feita por humanos, e consiste em segurar outro personagem nas mão, para que ele não seja atingido pelos inimigos, ou para atirar ele mais longe. Enquanto você estiver levantando alguem, o personagem não poderá se mexer até que ele lance o personagem de volta ao jogo, porém o personagem pode atacar, e quando isso acontece, eles executam um combo, onde é dividido o XP, caso o inimigo for morto.

O jogo tem níveis, que vão de 1 até 9999. Eu nunca consegui colocar um personagem no nivel máximo, mas eu garanto que fica muito apelão.
Além do nível comum, temos os níveis de Mastery das armas. Quanto mais o personagem usar um tipo de arma, como espada, mais habilidade com esse tipo de arma ele vai ter, e quanto mais nível, mais skills de arma são liberadas.

Na série Disgaea, temos a Dark Assembly, que é um Senado, onde o personagem tenta convencer os senadores a aprovarem o seu pedido. Os pedidos vão desde aumentar o nivel dos itens nas lojas, até liberar fases que não estão presentes na história do jogo. Porém para pedir, você tem que pagar com Mana, que é adquirida ao matar os inimigos.
O personagem  pode dar itens para os senadores, para mudar a opinião dele e de seus aliados.


Bom gurizada, acredito que eu já tenha dito tudo que eu realmente gostava no jogo. Com certeza é um ótimo jogo, que mesmo depois de virar a história, ainda da vontade de jogar. Tanto que o jogo conta quantas vezes você zerou, sendo contato como Ciclos.
Eu virei no minimo 12 vezes a história, e mesmo assim o jogo continua divertido.




Até mais!                                  
Thomas Glapinski              



terça-feira, 25 de março de 2014

Bot Lane - League of Legends

Tudo bom pessoal? Essa semana não tive muito tempo livre, então tive que fazer um post um pouco menor, mas vou dar continuidade nele, tratando vários assuntos sobre a bot lane, começando com um "guia" geral.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Agora Não Dá Podcast! #15 - Diablo

Faaaaaaaaala Gurizada!

Bom, aqui vai o novo podcast, dessa vez sobre um dos melhores jogos EVER! Diablo.


Junte-se a Vini Weizenmann, Fell, Gabão, André, Isaac e EJ Vladimir em uma animada e interessante conversa sobre a série inteira de jogos intitulados "Diablo"!



sexta-feira, 21 de março de 2014

Pra que usar hack?

Faaaaaala Gurizada!

Ganhei folga do pessoal pra segunda e pra quarta... Vamos trabalhar!

Hoje abordarei um assunto polêmico, chato, mas presente na vida de todo gamer. Aquelas pessoinhas irritantes que, para acabar com a divearsão de todos, burlam regras, usam hacks, estragam jogos e provam que ridiculamente não sabem jogar aquele jogo.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Review South Park: The Stick of Truth






Fala galera! Já faz um tempo que South Park: The Stick of Truth foi lançado, e somente agora eu tive tempo para zerar o jogo. E neste post, irei comentar tudo que eu percebi de interessante, e passar um resumo básico do jogo, sem contar spoilers da história.

Jogabilidade:  Mesmo não sendo muito fã de RPGs baseados em turno, eu gostei do jeito como foi feito. Ainda mais com a explicação do Cartman, do porque o jogo ser assim (pois era assim que eles lutavam na idade média).
O sistema de batalha é muito simples, porém eficiente. Durante batalha, podemos usar armas de ataque corpo-a-corpo, armas de longa distância, magias, invocações, itens consumíveis e trocar o amigo que o acompanha.
O legal no gameplay, é que você nunca fica parado, pois sempre tem que estar ligado, principalmente para bloquear o ataque inimigo. Sempre que um inimigo for atacar, irá aparecer um circulo branco em baixo do personagem sendo atacado. Para bloquear, aperte o botão direito do mouse na hora certa, e o seu personagem bloqueará o ataque. Ele irá receber dano, porém vai ser um dano reduzido, e não totalmente bloqueado.

Para atacar com magias e ataques básicos, tanto curta como longa distância, usamos o mouse.  Quando o seu personagem ataca, brilha uma luz na sua mão indicando que devemos clicar com o botão direito(ataque normal) ou com o esquerdo(ataque forte) do mouse, para executar o ataque corretamente. Se você não clicar, o ataque sairá fraco, e não terá o bônus de ataque perfeito.
Algumas magias precisam que você clique em certos botões, como o "A" e "D" repetidamente para "carregar" o poder. Cada magia é única, e esta ligada ao personagem em questão, como por exemplo o Butters, que se transforma no Professor Chaos.



História: Em South Park: The Stick of Truth, você é um novo morador de South Park. Logo no começo você encontra Butters, que leva você para conhecer o Cartman, o Grande Mago. Ele apresenta o seu reinado, que fica nos fundos da casa dele. O reinado se chama Kondado do Kastelo Kopa (em inglês, Kingdom of Kupa Keep, ou KKK). E a partir dai, você entra na brincadeira onde enfrentará elfos, outros personagens conhecidos e muito mais.
   No começo achei que a história seria pequena e sem muita emoção, porém quanto mais eu jogava, melhor e mais engraçado ficava o jogo. E quando eu achava que o jogo ia acabar, a história mudava e ficava cada vez mais interessante.
   É incrível como o jogo apresenta a história, praticamente igual a série de TV. O jeito dos personagens, os diálogos, as piadas, as habilidades. Tudo faz com que você se sinta dentro de um episódio de South Park, onde você controla os personagens.
  
Itens: Durante o jogo, podem ser encontrados vários itens. Muitos dos itens são encontrados em baús espalhados pela cidade e arredores, em loots, comprando em lojas e etc.
 Os itens podem receber melhorias, que adicionam status ao equipamento, como por exemplo, dano extra, armadura, regeneração de vida e etc. Porém todo equipamento possui um limite de espaços para melhoria, sendo que alguns nem tem.
  Assim como seu personagem, os equipamentos possuem níveis, só podendo equipar quando chegar no mesmo nível ou superior.



Personagens: Os personagens em South Park, são a grande diversão, e em South Park: The Stick of Truth não é diferente. Praticamente todos os personagens da série estão no jogo. Alguns fazem pequenas aparições, como Al Gore e o Homem-Urso-Porco, que aparecem como missão secundária.
   Outros personagens, como Stan, Kyle, Randy Marsh(pai do Stan) são apresentados mais depois, e fazem parte importante da história do jogo.



South Park: The Stick of Truth é um ótimo jogo. Se você é fã da série, com certeza vai gostar bastante do jogo, pois as piadas, o humor negro, as inúmeras referências aos episódios, os diálogos entre personagens e principalmente os dubladores - que são os mesmos que dublam os episódios - que fazem a piada ser muito mais engraçada.
Com certeza, South Park é um excelente jogo, que garante horas de diversão, não somente nas missões primárias, mas também nas secundárias, que dão continuidade após o termino do jogo.



Então era isso gurizada, essas foram minhas impressões do jogo. Espero que tenham gostado.



Até mais!                  
Thomas Glapinski

quarta-feira, 19 de março de 2014

Destaques Appstore #11

Clash of Clans


Qual é gurizada? EJ Vladimir fazendo mais um post para aliviar para o nosso amigo Vini Weizenmann.



Eu vou falar de Clash of Clans, jogo desenvolvido pela "Supercell" que foi lançado em agosto de 2012 para iOS e em Outubro de 2013 na google Play - store e hoje já se encontra em todos os principais sistemas operacionais para celular.

O jogo é de estratégia e você se encontra como o grande Líder de uma tribo. Você no começo faz algumas missões em que você é recompensado com gemas. As gemas são o dinheiro comprável do jogo, com esse dinheiro pode ser feito tudo, comprado tudo e acelerado tudo, ele também é conquistável removendo pequenos troncos, arvores e outras coisas do cenário (você gasta elixir para remover).

Quase tudo é comprável e feito dentro do jogo, tendo poucas coisas quais você consegue a gema. Ela é ótima para acelerar seu jogo e para pular etapas, mas ninguém usa muito pois é muita cara e faz relativamente pouca coisa.

Teoricamente é um jogo de estratégia, ele é bem equilibrado. Se você tiver um bom ataque, consegue atacar gente do seu nível ou menor. Se tiver boa defesa, consegue se defender até de gente muito na sua frente. O importante é ter um clan para trocar tropas(um baita favor) que pode mudar tudo na hora de ataque e defesa.

Uma falha no jogo - mas que é aceitável - é que você só usa as tropas para atacar, mas é entendível, já que isso deixa o jogo muito mais dinâmico e o uso de tropas na defesa só e possível com o castelo que se usa para entrar/sair do clan.

O jogo é rápido e vai se tornando mais lento conforme você avança, mas você pode joga-lo durante 5~10 minutos umas 3 vezes por dia e toda semana pelo menos uns 30 min direto para reorganizar vila e essas coisas - ela conta com ferramentas ótimas para facilitar isso tudo. -.

Segue algumas imagens da minha vila!

















Vale muito a pena jogar ele é muito divertido e ocupada um tempo pequeno ou grande - de acordo com o que você tem disponível, viu Vini? -, Até semana que vem de volta com o Vini!

terça-feira, 18 de março de 2014

Farmando como um Challenger

Fala pessoal, esses dias andando pelo Reddit (tem muita coisa lá, para quem entende inglês) encontrei um guia, dando dicas e exercícios para quem quer aprender a farmar melhor, e achei ele incrível.

Anatomia Resident Evil - #1 Resident Evil

Todos vocês já devem ter sentido aquele frio na barriga ao jogar um game de terror, estou certo? Pro pessoal mais familiarizado com a geração atual, com certeza vocês já passaram pelo terror de ver uma pessoa ser brutalmente desmembrada em Dead Space, ou então o pânico de fugir de criaturas monstruosas enquanto o seu personagem cambaleia desnorteado beirando a insanida ao jogar Amnésia.
Mas o que muita gente não sabe (sim, isso é um pouco de apavorar o pessoal da velha guarda, mas realmente acontece, os anos estão passando minha gente) é que um dos pioneiros desse gênero foi um jogo que saiu em 1996 chamado Resident Evil (eu disse UM DOS pioneiros, nunca esquecendo de Clock Tower e Alone in the Dark). E é nesse game que vamos nos focar hoje, mais precisamente no primeiro da série.
O primeiro game da série mudou completamente os conceitos de Survival Horror até então implementados. O Jogo conta a história da equipe Bravo, que é mandada para investigar uma série de crimes bizarros que estão ocorrendo nos arredores da montanha Arkley em Racoon City. A equipe Bravo faz parte do grupo de Serviço de Táticas, Armamento e Especialidades em Resgate Seguros (S.T.A.R.S) e eles acabam desaparecendo no decorrer da missão. Partindo disso, a equipe Alpha é mandada ao mesmo local.
Ao chegarem no local, o grupo é atacado por estranhas craituras, e acabam por buscar refúgio em uma Mansão. Sim, a famigerada MANSÃO de Resident Evil. A ideia do jogo basicamente é investigar o porque desses ataques estarem ocorrendo, e a medida que a trama vai se desenrolando, o jogador acaba percebendo que algo muito maior está acontecendo.
Não vou spoilar o game pra vocês, a ideia é falar um pouco a respeito para que novos padawans passem a conhecer a franquia e os antigos mestres gedais possam sentir aquela nostalgia gostosa dos jogos de PS1.

Se você não conhece Resident Evil, é importante que você saiba que os inimigos princiais são dinossauros. (opa, franquia errada), digo... ZUMBIS! Sim meus amigos, em basicamente todos os games da franquia você irá se deparar com essas criaturas maravilhosas.
O próprio game na época que foi lançado era classificado como "jogo de zumbi", o que não pode definir melhor a ideia principal.

No jogo você poderia escolher entre dois protagonistas, Jill Valentine, uma policial especialista em destrancar portas(WTF?), mas por "increça que parível" isso acaba se tornando absurdamente útil no decorrer do jogo, e Chris Redfield, um policial que logo se tornaria um dos ícones principais da franquia. 

Jill era mais rápida, possuia um lockpick para abertura de portas e Chris resistia mais a dano corpo a corpo, porém não possuia lockpick e seu inventário era um pouco menor. (Sim, quem zerou o jogo com o Chris é Highlander!)
No jogo você tem acesso a um grande arcenal de armas, as mesmas com munição altamente escassa, o que dá ao jogador um sentimento de perigo constante. Em que sala vale a pena matar um zumbi? Será que eu tento sair correndo e passar despercebido?

Outro recurso muito interessante do game eram os Baús. Dentro dos baús você poderia deixar os seus itens, e caso você encontrasse outro baú em um lugar diferente, os itens que você guardou no baú anterior estariam nele também. Parece complicado mas é simples, basicamente você tinha um baú universal.

Além de zumbis, você poderia se deparar com cachorros(também zumbis), corvos(também zumbis), enguias (tamb-- Bom, você entendeu a ideia) e Hunters, que eram simplesmente as criaturas mais perigosas do game, capazes de decepar a sua cabeça com apenas um golpe.

Além dos inimigos convencionais, você também enfrentaria chefes muito complicados, como um anaconda gigante, uma planta gigante, um monstro gigante (Tyrant, na imagem abaixo) e por ai vai.
O jogo tinha em torno de 4 finais, todos eles variando das decisões que você tomava no decorrer do game.

Algo que pouca gente sabe é que a ideia inicial era de que Resident Evil fosse um FPS tradicional, mas acabou sendo feito da forma que todos nós conhecemos e amamos (grazadeus).

O jogo foi inspirado em diversos filmes de terror da época, pois o seu criador Shinji Mikami, recebeu carta branca da grande Capcom para fazer o jogo da forma que ele quisesse. Sendo assim, até mesmo a abertura do jogo foi feita em live action (com uma atuação absurdamente porca, mas em live action), pra reformar ainda mais o clima de filme B.
A medida que a trama vai se desenrolando, você acaba descobrindo que uma empresa gigantesca chamada Umbrella é a responsável pelas criaturas que estão soltas, tanto nos arredores da montanha quanto na mansão, e posteriormente você acaba vendo que mansão nada mais é do que uma fachada para um laboratório da empresa, focada em pesquisa e desenvolvimento de armas biológicas. Desse laboratório, o Vírus-T acaba vazando e contaminando todos.

Ao mesmo tempo você acaba descobrindo que você não está nessa mansão por coincidência, e que na verdade a sua presença nada mais é do que um exercício de teste para as armas biológicas. Explicando de forma simples "Será que tal monstro pode dar conta de dois policiais de elite?"

Tramas, traições, descobertas e sustos são os ingredientes principais desse game que veio a criar um estilo, o famoso Survival Horror.
Até hoje, Resident Evil 1 é o oitavo jogo mais vendido da Capcom e um marco para os jogos de terror.

Definitivamente é um game obrigatório para todos os amantes de filmes B e jogos com esse tipo de temática.

Segue abaixo o nosso primeiro Gameplay Comentado, tendo como tema essa game incrível:
Mas queremos saber agora de você. Você já jogou algum Resident Evil? Qual foi o primeiro? O que você acha de Resident Evil 1? Não perca tempo e envie o seu e-mail com a sua opinião, tanto quanto a nossa análise quanto a respeito do game em si. A sua participação tem uma importancia muito grande pra nós, assim podemos saber como estamos trabalhando e no que podemos melhorar.

Grande abraço gente!

Isaac Cruz




segunda-feira, 17 de março de 2014

Agora Não Dá Podcast! - Jogos de Luta #Especial

     E ae Gurizada! Sou eu EJ Vladimir! Estou fazendo esse post com um especial sobre jogos de luta.
Nos acompanhe, entenda o que torna ele especial com mais de 45 MIN de porradaria para compreender melhor os jogos de luta, aproveite e descubra quem é o Tarzan BR e entenda a emoção de ver uma semifinal de Street fighter!


Participantes: B, Isaac, André, Vladimir.


Comentados durante o Podcast:

Justin Vs Daigo - http://migre.me/ikHFh
Chun-li {18+} - http://bit.ly/1oUXipf
Funk do Mortal Kombat - http://bit.ly/1oUXgOb

P.S.:

Faaaaaaaala Gurizada!

Aqui sim é o Vini Weizenmann, ainda todo bobo com o que o pessoal fez. Caralho. To postando hoje esse podcast, espero que gostem. Eu adorei.
Tudo, desde o texto, à edição do podcast e também a capa do mesmo, foram feitos por eles, e eu não tenho palavras para agradecer.
Quanto ao Podcast #15 - Diablo; to editando ele, mas meu tempo é curto. Caso for preciso, publico ele semana que vem. Vou tentar publicar hoje, mas não posso garantir. Porém, um podcast na mesma qualidade de sempre, tu já encontra aqui! Aproveite!

Vini Weizenmann.

sábado, 15 de março de 2014

Entrevista com Roxdorfer

               E ae galera! EJ Vladimir fazendo mais uma entrevista, dessa vez com um Marksman que é colega do nosso amigo Marco "Wizzpock". Ele da umas dicas e comenta sobre a posição, não perca!



1 -  Quem é você e qual seu Elo?
Rômulo "RoxDorfer" Reisdorfer, Diamante 1.

2 - Qual seu time atual (09/03/14)?
BrazilArmy Gaming:
        Facebook

3 - Você chama sua posição como AD Carry ou Marksman?
Marksman formalmente, por que AD Carry é um tanto ambíguo. Existem personagens com dano físico que podem carregar, Master Yi e Tryndamere são ADs que carregam o jogo, por exemplo. Então prefiro usar Marksman, mas na informalidade uso AD Carry mesmo.

4 - Qual seu Champion favorito e por quê?
Caitlyn. Eu to querendo ir pro competitivo desde a Season três, então como era um pick forte eu aprendi a jogar com ela e como continua sendo um bom pick até hoje eu uso ela com bastante frequência.
Vale lembrar que ela também é muito safe, mas você tem de cuidar que as vezes um bom suporte no time inimigo pode fazer você se dar mal, ele pode acabar cancelando sua rede e dependendo da hora isso pode custar sua vida, mas não existe um pick destruidor contra a Caitlyn.

5 - Qual a função do AD Carry no jogo?
A função do AD Carry é sobreviver por mais tempo e dar maior dano possível. Dependendo da composição, o time deve ajudar você a se proteger, mas se o time for focada em ult com Malphite e Oriana - por exemplo - você tem de se virar sozinho, mas não é o normal.

6 - Quais são os picks mais fortes de AD Carry atualmente(09/03)?
Caitlyn, Jinx, lucian, Sivir e nunca pick Urgot!

7 -  Qual seu principal destaque no jogo como AD Carry?
Posicionamento em teamfight. Eu vejo que meu posicionamento interfere muito na teamfight, eu dou muito dano e me protejo, o que acaba evitando que eu tome dano e morra rapidamente cumprindo o papel básico do Marksman - causar dano e sobreviver-.

8 - Você acha que você como AD Carry, carrega o jogo sempre?
Não, desde a Season três quando nerfaram os itens e os AD Carrys. o AD Carry está mais fraco e ele por consequência acaba carregando menos, mas sua força é gigante se feedado ou no late game, mas não é mais uma exclusividade do AD Carry.

9 - Por que você não gosta de Draven?
Draven é um pick muito complicado, passiva dele é jogar na loteria, se você matar você fica rico e se morrer é como não ter passiva, porém, a lane fase é forte. Draven não tem um scape seu kite é o mais difícil do jogo. Não vale a pena ser usado a não ser que você tenha um bom domínio sobre sua mecânica.

10 - Você tem alguma dica para AD Carrys iniciantes?
Você tem que aprender a farm e aproveitar o máximo do seu campeão, isso é inevitável se você quer aprender a jogar e a melhorar.
Caitlyn você tem a passiva e um range absurdo, aprender a usar os dois, farm e ainda atacar seu inimigo impedindo ele de farm vai te dar uma vantagem muito grande. Aprenda a usar seu campeão isso cria uma vantagem absurda entre você e o adversário essa diferença faz você ganhar a lane, trocas, teamfights e a partida.
E a mecânica - do kite - é bem complicada e difícil de se dominar, tornando uma das roles mais difíceis de jogar, então praticar o farm e o kite é algo essencial do pior até o melhor Marksman.

11 - Dicas para AD Carrys já experientes(GOLD V +)?
  Praticar em jogos normais seu farm - isso nunca é demais - ,posicionamento, saber quem começa a teamfight e não deixar ser pego por que se você é pego acaba o jogo pra você e um time sem AD Carry é muito mais fraco, dando uma vantagem muito grande pro time adversário.
  Outra dica que é bom incluir é muita atenção na mecânica do personagem e quando não conseguir trocar na lane, conseguir farm de baixo da torre é importantíssimo.

Jogadas interessantes:

   Sivir usando escudo de feitiço, bloqueando o Fúria do Dragão do Lee Sin:
   Um pentakill de Vayne:


   Links Interessantes:

   Alguns dos personagens comentados:
Jinx 
Lee Sin (Ele não joga de Lee e o Lee nem é AD Carry)

   Não viu o post da semana passada sobre Suporte?

E-mail: Contato@nhdbrazil.com

Experimentos no T2

FAAAAALA GURIZADA!

Hoje estou aqui para falar sobre o que mais gosto de fazer no Magic: INVENTAR!
E as minhas últimas invienções foram no T2. Pensando em montar um MonoG Devotion, mas sem recur$o$ pra isso, juntei um resto de cards que tinha em casa e fiz um splash pro preto. Além disso, com toda a base para o MonoU Devotion guardadinha, porém bem incompleta, tive a brilhante ideia de um Splash pro Branco para compensar os lugares vazios e ter uns Vereditos Supremos.


Aliás, o André gostou tanto do UW e o adotou, melhorando-o e terminando-o. Ainda não tem nenhuma experiência em FNM ainda.

A lista é a seguinte:

Essa é a lista do André, com dinheiro investido e pronta pra estourar alguns decks no FNM.

Terrenos (24):

4 Mutavault
4 Hallowed Fountain
10 Islands
2 Azorius Guildgate
4 Temple of Enlightenment

Criaturas (28):

4 Frostburn Weird
4 Judge's Familiar
4 Nightveil Specter
4 Tidebinder Mage
4 Master of Waves
4 Cloudfin Raptor
4 Thassa, God of Sea

Outras Mágicas (8)

3 Detention Sphere
2 Jace, Architect of Thoughts
3 Supreme Verdict

Na lista original, a minha, tire os Mutavault, 3 Thassas, 1 Master of Waves, 2 Jugde's Familiar; Coloque Disperse, Claustrophobia, Domestication, mais um Supreme Veredict, tire as Detention Spheres. É, a grana não tava tão grande assim.

O que é esse deck? Como já disse antes, eu tinha a base do MonoU Devotion. 3 Master of Waves, 1 Thassa, 3 Tidebinders e 4 Nightveils, além dos pequenos. Então encomendei 2 Jace, Architect of Thoughts e um playset de Hallowed Fountain (A.K.A. Shock UW). O Jace era sim para o MonoU Devotion. As shocklands não! Comprei para um outro projeto meu. Mas, ao encarar essas cartas... TA-DA! Nasceu a ideia! Como eu estava chateado em pegar uma lista pronta (MonoU Devotion), consegui sair dela! Peguei os Supreme Veredicts do outro projeto e tasquei junto com as shocks, o único Temple of Enlightment que tinha desde o PreRelease, mais Gates e uma planície. Montei essa base de mana um tanto deficiente, juntei a base do monoU e tasquei os Vereditos. E alí nascia uma ótima ideia!

Já o meu deck preferido, desses dois que eu criei, é o meu deck que provém de um BUG do T2 passado. Já que sempre faço decks budgets, minha mana base era terrível, tirei o azul e pretendia tirar o preto, para montar um experimento: MonoG Devotion. A época era logo após a ascensão do Devotion, logo após o Pro Tour Theros, conforme descrito nesse post, bem antigo.

Então, o dinheiro não deu e eu mantive o preto! Dreg Manglers, Doom Blades e Ultimate Prices. Nada disso ficou. Evolui para playsets de Hero's Downfall e Bile Blight, mais toda base que dá muita devotion para o verde, largando um Reverent Hunter enorme e uma Nylea para dar o gg.

A ideia é muito boa, porém fraca contra os decks Tier 1 do T2. O início do jogo é muito forte, e alí se deve punir o inimigo: Experiment One, Elvish Mystic, Kalonian Tusker, Polucranos, etc. E assim o estrago é feito. Combine isso com os removals do preto e temos um deck um tanto consistente! Confira a lista:

Criaturas (24):

4 Místico Élfico
4 Experimento Um
Hidra Talha-Bruma
4 Javali Kaloniano
4 Caçador Reverente
2 Discípulo de Niléia
2 Niléia, Deusa da Caça
2 Polucrano, Devorador de Mundos
2 Colosso do Arvoredo
1 Hidra Kaloniana

Outras Mágicas (16):

3 Aspecto de Hidra
4 Bileputríase
4 Queda do Herói
4 Capturar Pensamento
1 Garruk, Convocador das Feras

Terrenos (20):

1 Nykthos, Santuário de Nyx
2 Pântano
11 Floresta
3 Tumba Abandonada
3 Portão da Guilda Golgari

Obs.: Os Thoughtseize são do André (Que tá com um Brimaz meu)

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Muito Obrigado!
Vini Weizenmann

quinta-feira, 13 de março de 2014

Fim de semana Rockstar Games

Fala galera, o pessoal que prefere os PCs aos consoles deve estar acompanhando sites como Steam, Origin entre outros e aproveita quando tem promoções nos mesmos, mas muitas vezes acaba perdendo elas, então decidi compartilhar essa promoção com vocês :)
http://store.steampowered.com/

quarta-feira, 12 de março de 2014

Destaques Appstore #10



FAAAAAAALA GURIZADA!

Chegou o décimo destaques! Isso mesmo, DEZ desse post trazendo alguns apps legais e gratuitos!

E hoje vamos falar de um App da Disney. O jogo de Wreck-it Ralph, Fix-it Felix Jr.!

O jogo consiste, basicamente, no arcade de Detona Ralph, onde você é Fix-it Felix Jr. e Ralph vai quebrando as janelas do prédio, enquanto você as arruma, desviando dos tijolos que Ralph derruba e dos patos de Duck Hunt.

O jogo é pixelizado, arcade e com um joystic de arcade na tela para se jogar!

O único ponto ruim é o fato de que a versão free é uma versão reduzida de 9 levels. Caso queira mais, PAGUE!

Mas, fora isso, não tem um problema sequer. Fique com as imagens!










Vini Weizenmann





terça-feira, 11 de março de 2014

Brasil Game Show (BGS) 2014

A Brasil Game Show (BGS) chega a sua 7ª edição ainda maior e melhor. Considerada a Maior Feira de Jogos Eletrônicos da América Latina e ganhando cada vez mais representatividade no mundo dos games, ocupará os cinco pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo, nos dias 08, 09, 10, 11 e 12 (09/10 - 12/10 aberto ao público) de outubro. Com encerramento no feriado do Dia das Crianças, a BGS será também a melhor opção para celebrar a data.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Agora Não Dá Podcast! #14 - Roles do LoL

FAAAAAAALA GURIZADA!

Vamos a MAIS UM AGORA NÃO DÁ PODCAST! Continuamos semanais!


E hoje, junte-se a Vini Weizenmann, Fell, André, Kaíke, Júlio, Gabão, EJ Vladimir e os convidados especiais Marco "Wizzpock" e Romulo "Rox" (falando sobre a Bot Lane) em um bate-papo super descontraído sobre todas as roles no League of Legends!

Participe conosco: Mande E-mail, comente, mande o feedback!


Especificações Dark Souls 2 para PC

Fala galera!

Hoje é um dia um pouco diferente para um post meu, mas enfim, achei que era importante compartilhar essas informações com vocês:


domingo, 9 de março de 2014

Entrevista com Wizzpock

E ae pessoal, EJ Vladimir aqui, fazendo mais uma participação. Eu conversei com meu amigo Wizzpock, ele é challenger no servidor BR e vai dar algumas dicas de suporte e thresh pra gente, aproveitem!


1 -  Quem é você e qual seu Elo?
                Marco "Wizzpock" Argenti, Tier Desafiante (02/03).

2 - Qual seu time atual (02/03/14)?
                BrazilArmy Gaming https://www.facebook.com/BrazilArmy

3 - Qual a função do suporte no jogo?
                Eu diviria a função do suporte é dividido em três partes.
                A primeira, principal objetivo no early é ditar o tempo de alguns objetivos, gerar uma proteção ao AD Carry e ter uma noção mais geral do jogo, tendo então o feeling para saber a hora de ir pra cima ou recuar, saber onde está wardado e ter uma noção razoável de por onde deve estar o jungler inimigo.
              Segunda parte, no mid game e o late game, depende bastante do seu time. Se o seu time possue um jungler capaz de defender o AD Carry, você teria uma função de chegar na back line do time adversário, atrapalhando os personagens chave no outro time, mas caso você não tenha esse jungler no seu time, seu papel é proteger o AD Carry e se possivel o AP Carry também. Assim permitindo que eles continuem em combate por mais tempo para ganhar a teamfight.
              Terceira parte é bem especifica, não tem como você dizer que um support não pode ganhar um jogo ou uma fight. O support com o jogo acima dos 30 minutos de jogo, pode fazer toda diferença, um thresh por exemplo pode acertar a sentença e prender um alvo importante e já iniciar uma fight com uma vantagem absurda sobre o time inimigo, podendo levar a vitória.

4 - Ele é igualmente importante durante todo jogo?
            Eu acho que se for pensar na season três, você teria um cenario um pouco diferente do que temos agora. Na season três o suporte era muito importante early game, mas com o passar do tempo ele ficava pra trás já que seu gold não compreendia seu gasto total e conforme se chegava mais ao fim do jogo, você fica pra trás em relaão aos outros players, enquanto na season quatro você tem um aspecto muito diferente, você junta mais gold e isso te permite usar personagens diferentes da season passada.
              Antes se via personagens como Sona e Nami, que tem utilidade alta, mas escalam pouco no late game, crescem pouco. Elas eram fortes sem itens, agora, com a possibilidade de comprar muitos itens, a gente acaba vendo personagens mais raros e também colocando em evidência personagens já utilizados anteriomente, como no caso a Leona, Leona antes não podia se atirar entre cinco e sobreviver com tanta facilidade, hoje, ela consegue fazer isso quase ou igual a um bruiser no top.
        Essa mudança na season fez que o suporte se tornasse um player ativo(financeiramente!) durante todo tempo de jogo, tão importante quanto qualquer outro, diferente de uma chave no early game e isso também totaliza em uma maior possibilidade  de personagens para ser usados nessa função como esses mesmos support já utilizados agora são usados de maneiras diferentes.

5 - Ele é quem comanda o ritmo na botlane? e no final do jogo?
             Como o AD Carry ta muito ocupado farmando, ele não vai ter a noção de jogo que precisa ter para fazer alguma call no jogo. Então o suporte tem esse papel na botlane, o AD Carry confia no suporte para tomar a decisão e assim, podemos dizer que o suporte "comanda" a lane, decidindo a hora de ir pra cima, voltar e etc...
           Mas no final do jogo, em nosso time, a gente varia a lidença entre o Jungler e o Support, como eu não tenho experiencia o suficiente para ditar o movimento do jogo, tenho ajuda do nosso jungler, mas em times competitivos, costuma ficar na mão do support que é quem costuma ter maior visão de jogo.

6 - Por que thresh é tão bom? O que te colocou como primeiro no rank de thresh?
         Thresh é muito bom por que atualmente os principais personagens usados são Thresh, Leona e Lulu. Quando alguém pega leona, alguém pega thresh em cima por que é ótimo para anular e bater de ferente. Thresh tem a capacidade e o poder para anular/cancelar as skills dos adversários, mas tem muita gente usando Morgana para compensar, usando a barreira para se proteger da sentença do thresh e pelo que vejo em campeaonatos eu julgo a escolha da Morgana muito boa, vejo potencial. Eu não joguei com ela ainda, mas contra já e foi dificil lidar com a sua barreira (Escuro negro) dela.
        O que me colocou no rank um foi spammar Thresh, eu queria ser o numero, além de ser muito divertido por que você precisa prever o passo do jogador, precisa estar um passo a frente. Mas não acho que sou o melhor thresh ainda, tem jogadores melhores no server BR. Mas pretendo continuar treinando e virar o melhor do Brasil.

7 - Você tem alguma dica para suportes de forma geral?
          Minha dica para quem está jogando de suporte é: Se concentrar em tudo ao mesmo tempo. Pensar o que o suporte inimigo está fazendo em relação as sentinelas, saber onde se encontra o Jungler inimigo, estar atento aos cooldown das skills do time adversário e saber a hora de iniciar uma luta.
          Como suporte, não é admissivel você estar desligado em relação a posição do jungle inimigo. Um caso hipotético de vantagem: Você viu o jungler inimigo no top, tu sabe que mesmo que ele use recall ele leva em torno de um minuto e meio para chegar no bot. Você sabendo disso, ao perceber um erro inimigo como uso de skill de forma errada, tu pode se utilizar do cooldown inimigo e ir pra cima.
         Sem time para as habilidades, sem ajuda de um jungle e com uma investida certa, você tem muitas chances de conseguir uma skill pra botlane e começar a dar vantagem mais significava pro seu time. Além da clara possibilidade de você poder avisar seu time da posição do jungle, assim dando mais tranquilidade para eles fazerem suas jogadas e farmar.

8 - Dicas para jogadores de thresh?
          Jogar muitas partidas com ele para ter uma boa noção do personagem e pegar o time dos adversários. Você sabendo os próximos passos do jogador, poderá acertar uma habilidade com maior facilidade e garantir uma kill para seu time. Praticar é indespensavel.

Vídeo de uma jogada de Thresh pelo jogador Wizzpock: http://migre.me/i77k0


Link para Pagina oficial do jogador Wizzpock:
Alguns dos personagens comentados:
Lulu 
Sona 


E-mail: Contato@nhdbrazil.com

sexta-feira, 7 de março de 2014

Ah... Os tempos de noob!

   Quem não tem saudades dos tempos de noob? Em qualquer jogo, um dia fomos noobs. E, não podemos negar, foi sim divertido pra caramba. O aprendizado, por vezes complicado, como é o caso do Magic, sempre traz situações inusitadas.


quinta-feira, 6 de março de 2014

South Park: The Stick of Truth




  Em South Park: The Stick of Truth, o jogador controla um novo morador de South Park, que se mudou recentemente. Esta nova criança é criada pelo jogador, que possui várias opções de customização.
 Logo que ele sai de casa para fazer novos amigos, ele encontra Butters, que estava brigando contra um elfo. Sim, um elfo.
 Depois de ajudar Butters, ele nos leva para conhecer o Kondado de Kupa Keep (uma clara brincadeira com a sigla KKK).
 Lá é onde encontramos Cartman, o Rei dos Magos, e é onde toda aventura começa, pois Cartman explica como funciona o básico do combate, como peidar nos seus inimigos, e outras coisas.
Além disso, ele nos mostra o Cajado da Verdade, onde quem possui o Cajado, controla o universo.

Mas sem contar mais spoilers, irei falar sobre o que achei do jogo. E posso dizer que minhas impressões foram mais do que positivas.

É impressionante como você se sente dentro do desenho, pois o estilo gráfico do jogo ficou idêntico ao da série de TV. E o motivo disso, é por que os criadores da série, Trey Parker e Matt Stone, participaram da criação do jogo. Que era esperado para sair em 2013,  porém só agora foi publicada pela grande Ubisoft, após ter comprado os direitos da THQ, que faliu a alguns anos atrás.
   South Park: The Stick of Truth é um RPG baseado em turnos.Nele é possível andar por toda a cidade de South Park, pegar itens espalhados por todo lado(o famoso 'loot'), interagir com muitos dos personagens que aparecem no desenho, comprar e vender itens, melhorar as habilidades e muito mais.

O jogo têm cenas muito engraçadas e diálogos muito bons, porém todos tem que ter em mente que o humor negro, que vemos na série de TV, também esta presente no jogo. E que por mim é o que torna o jogo tão hilário e interessante. Para se ter noção, uma das classes que se pode escolher, logo no começo do jogo, é a classe Judeu, onde se usa poderes como Estilingue de David, Circuncisão e outros.



South Park: The Stick of Truth é um ótimo jogo, com gráficos muito leais a série, e com o típico humor negro presente na série. É incrível a quantidade de referências que existem dentro do jogo. Em cada armário de cada personagem, pode-se encontrar inúmeros objetos que lembram os clássicos episódios da série. Até mesmo Al Gore e o Homem-Urso-Porco aparecem no jogo.

  Para os fãs da série, como eu, o jogo consegue usar todos os personagens exatamente como ele são na série, principalmente por que os dubladores do jogo são os mesmo que dublam o desenho. O jogo tem uma imersão muito grande, e te prende no jogo de uma maneira que poucos jogos conseguem.


Até mais!                    
Thomas Glapinski