quinta-feira, 10 de abril de 2014

Requisitos mínimos de Watch_Dogs




Fala Galera!! Desde que eu vi o primeiro gameplay de Watch_Dogs, com seus ótimos gráficos, percebi que meu humilde PC não conseguiria rodar o jogo tranquilamente. E assim se confirmou.
As especificações mínimas para que o jogo rode no PC foram liberadas. Mesmo para o meu PC, os requisitos não estão incrivelmente altos. Os requisitos mínimos são os seguintes:

Processador: Intel Core 2 Quad Q8400 2.66 GHz ou AMD Phenom II X4 940 3.0 GHz
Memória RAM: 6 GB
Placa de Vídeo: 1024 VRAM DirectX 11 Shader 5.0
Placa de Som: DirectX9 
Espaço em Disco: 25 GB

O jogo sai dia 27 de maio, para Playstation 3 Playstation 4, Xbox 360, Xbox One, PC e Wii U. Prevejo muita gente, que assim como eu, irão comprar placas de vídeo nova só para poder jogar Watch_Dogs (além dos ótimos jogos que estão por vir), numa qualidade boa e com FPS sobrando.




Até mais!                     
Thomas Glapinski

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Bot Lane - League of Legends - parte 2

Fala pessoal, essa semana venho escrever a continuação do post sobre a Bot Lane, de duas semanas atrás.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Agora Não Dá Podcast! #16 - Comida

Faaaala Gurizada!

Estamos de volta com o querido Agora Não Dá Podcast! E em um dos melhores assuntos possíveis: Comida.

sábado, 5 de abril de 2014

Cadê a Diversão?

FAAAAAAALA GURIZADA!

Primeiramente peço desculpas por não fazer o Destaques Appstore de Quarta-Feira. Estou trabalhando no feed RSS do Podcast, para enfim pôr ele no iTunes, e passou o tempo e eu nem vi.


quinta-feira, 3 de abril de 2014

2º DLC de CoD Ghosts


Fala galera!  Saiu hoje, dia 03/04/2014, a segunda DLC de Call of Duty Ghosts, a chamada Devastation, que conta com 5 mapas (4 mapas multiplayer e 1 para Extinction) e uma arma, a chamada The Ripper.
Esta arma, assim como a Maverick, da primeira DLC, ela é uma arma híbrida, porém é um pouco diferente. Desta vez, ela é uma mistura de Assault Rifle e SMG. Ela pode ser alternada (de Assault para SMG) durante a partida, diferente da Maverick, que só era possível ser alterada fora do jogo, na parte de criação da classe.
A The Ripper, como é uma mistura de duas classes de armas, assim que ela alterna de Assault para SMG, ou vice-versa, ela muda o fire rate e o recoil da arma. Quando ela esta em modo SMG, sobe um sight especial que não pode ser trocado por outro attachment.


Os mapas da segunda DLC são: Behemoth, Ruins, Collision, Unearthed e Mayday, sendo que o mapa Mayday é somente para o Extinction.

 Ruins: Se passa na América do Sul, em um lugar em ruínas perto de um vulcão. É um mapa pequeno, onde tem plantas para todos os lados, passagens por baixo das construções e destroços. Neste mapa, assim que a Field Order é cumprida, o vulcão entra em erupção e começa a lançar pedras aleatoriamente nos inimigos.
O mapa é bonito, bem desenvolvido, porém o que realmente chamou atenção foi o jogador poder virar o Predador. Um Juggernaut maníaco que corre com as garras, e que possui um canhão de plasma no ombro, que automaticamente mira no inimigo.  Ele pode ficar invisível, porém assim que ele correr, volta a ficar visível.
Como se não bastasse, eles ainda adicionaram um Dead Man's Hand ao Predador, que ao morrer ativa um detonador que explode ele e os inimigos que estiverem perto.



Behemoth: O mapa se passa em cima de uma gigantesca escavadeira . É um mapa de tamanho médio, onde existem vários níveis e passagens, além das cabines que dão uma ótima visão, excelente para snipers e assault rifles. A recompensa de Field Order é um Attack Helicopter, muito parecido com o do Black Ops.



Collision: O mapa é baseado em um navio que colidiu em uma ponte, onde é possivel andar tanto no navio quanto na ponte. Parece ser um bom mapa para armas de longa e curta distância. A recompensa de Field Order é um jato que passa muito rápido, dando uns rasante, muito parecido com um Warthog.


Unearthed: É a remasterização do adorado e também odiado mapa do MW3, a Dome. Possui os mesmos caminhos e objetos nas devidas posições, porém o visual esta bem diferente.
Quando se completa a Field Order, o jogador chama 3 aliens que explodem nos inimigos.
Algo interessante, é que foi adicionado um Easter Egg neste mapa, onde quando completar, você pode utilizar a Venom-X, a arma da primeira DLC do modo Extinction.


Episódio 2: Mayday: É a sequência de Nightfall, primeiro episódio lançado na primeira DLC Onslaught. Os jogadores são enviados a um navio chinês para tentar encontrar o Dr. Cross.
Neste episódio, aparecem novas espécies de aliens, como os Seeders. No episódio 2, você terá que lutar contra um enorme Kraken, de cerca de 30 metros.



Então é isso gurizada, essas são as novidades que a DLC Devastation trouxe tanto para o modo Multiplayer quanto para o modo Extinction.



Até mais!                         
Thomas Glapinski        

terça-feira, 1 de abril de 2014

Urf Day

Com a chegada de abril, temos uma data especial para o League of Legends, o aniversário do nosso querido Manatee(Peixe-boi), Urf e, neste ano, a Riot conseguiu surpreender a todos, com o lançamento de um modo especial somente para ele.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Anatomia Resident Evil #2 - Resident Evil 2

Fala galera!  Estamos chegando com mais  uma Anatomia Resident Evil, hoje falando sobre a aclamada sequência do clássico Resident Evil, sim, estamos falando dele, Resident Evil 2.
A Capcom não levou muito tempo pra  se ligar  de que Resident Evil havia sido um estouro e tratou de mover mundos e fundos para que uma sequência fosse lançada o mais rápido possível. Em 1998 é lançado Resident Evil 2.

O game segue a mesma receita de bolo do primeiro, dois protagonistas tentando escapar de uma penca de zumbis, mas pera ae que a  história é bem mais complexa do que isso. 

Quando no anterior, os finais acabam ficando um pouco confusos, pois jogando com a Jill,  no final você tem conhecimento da traição de Barry e jogando com Chris, ao final Wesker é morto  pelo Tyrant, fica um pouco confuso de saber qual final é o correto, sendo que os dois possuem fatores complementares para  o desenvolvimento das tramas que se seguem na franquia.
A grande sacada de Resident Evil 2 foi a criação de histórias paralelas. Se você jogasse primeiramente com Leon, você não seguiria o mesmo caminho com Claire, o caminho seria diferente  até o final do game.

Falando sobre a  história do game, ele nos mostra os eventos que se seguiram após o incidente da mansão.  O T-Virus acabou se espalhado por toda a cidade e se e um novo vírus estava em desenvolvimento, o agressivo G-Virus.
Em meio a toda essa alegria, duas pessoas acabam se dirigindo a cidade por motivos específicos, Claire Redfield vai em busca do paradeiro de seu irmão Chris (que após o incidente da mansão não havia mais dado notícias) e Leon S. Kennedy, um policial novato que acaba chegando atrasado no primeiro dia, na noite anterior ele havia tomado um fora da namorada e bebeu todas, ficando assim de ressaca, se atrasando para o primeiro dia no trabalho e preservando a  própria vida (sim, se ele não tivesse se atrasado, provavelmente estaria morto assim como todo o resto do departamento de policia).

Leon encontra Claire logo no começo do jogo e os dois decidem que o lugar mais segura na cidade seria a delegacia. Partido para a delegacia, depois de um horrível acidente, os dois acabam se dividindo e seguindo por caminhos diferentes, e essa é a premissa do jogo.
Comparado ao primeiro game, RE2 é absurdamente  mais “liso” por assim dizer. Os personagens não são tão duros quanto no primeiro game, a trama está muito mais elaborada e nos dá uma sensação de que a Umbrella realmente  é algo muito maior do que imaginávamos, além dos inimigos novos apresentados (quem não se lembra do maldito Licker babando do teto?)
O game possui diversos finais, pois você pode fazer tanto o Cenário A com Claire  e o B  com Leon quanto vice e versa, sendo canônico apenas a sequencia Claire A e Leon B.

Além dos dois protagonistas principais, o game apresenta diversos personagens novos, o psicótico Brian Irons, chefe do departamento de polícia e maníaco por taxidermia, Ada Wong, uma mulher misteriosa que alega estar em busca de seu namorado John, mas posteriormente você acaba descobrindo que Ada esconde um segredo bem maior do que isso. A família mais querida de Resident Evil, os Birkin. Bom, para falar sobre os Birkin, vamos começar por William, um cientista considerado gênio que começou a trabalhar para a Umbrella com 15 anos. Ele é o responsável pela criação do G-Vírus, e posteriormente acaba se tornando vítima de sua própria criação. Annette Birkin é a esposa de William, que em diversos momento do game acaba cruzando o caminho dos protagonistas procurando por sua filha, e último mas não menos importante, Sherry Birkin, uma menina de 12 anos que se comporta como uma criança de 5, ela é geneticamente compatível e a hospedeira ideal para o G-Virus. Vale lembrar que em um modo de jogo extra nós podemos jogar com Hunk, o senhor morte, mas deixaremos para falar sobre ele na nossa análise de Resident Evil Operation Racoon City.
Esses personagens vão aparecendo a medida da campanha e dependendo dos caminhos que você vai seguindo. Ao jogar com Claire, você encontra Sherry e joga uma pequena parte do game com ela, da mesma forma com Leon, que encontra Ada no decorrer do game.

O objetivo principal em RE2 é deixar a cidade, mas a medida que a trama vai se desenrolando, o objetivo acaba sendo se manter vivo enquanto William Birkin, infectado pelo G-Virus e monstruosamente deformado segue ao encalço de nossos protagonistas. Vale lembrar que a principal diferença do T-Virus para  o G-Virus é isso. O T-Virus mata e trás o hospedeiro de volta como Zumbi, já o G-Virus  é um vírus mais agressivo, que ataca o hospedeiro e o transforma em uma criatura completamente diferente, agressiva, forte e com um instinto de proliferação do vírus absurdamente aguçado.
É interessante citar que quaaaaase foi lançado um game chamado que hoje é conhecido como Residente Evil 1.5. Que seria o Resident Evil 2, porém, perto do final da produção do Game, a Capcom decidiu abandonar o projeto. Nós não jogaríamos com Claire, mas sim com Elza Soares, existem várias lendas sobre esse jogo. Você confere abaixo um vídeo do seu protótipo.
Resident Evil 2 é até hoje considerado o melhor game da franquia, e pessoalmente, eu concordo com essa ideia. Ele é um jogo aterrorizante, tenso, que não nos deixa respirar, por assim dizer.  

Existem diversas versões do Game, Dual Shock, Director’s Cut e etc, mas todos tendo a mesma ideia principal. O game foi originalmente portado para Playstation 1 e posteriormente para Nintendo 64, o que foi quase um milagre levando em conta que os cartuchos de Nintendo 64 tinham capacidade de apenas 512mb, até hoje é o cartucho mais pesado do console. O game ainda saiu para Gamecube, Dreamcast, e PC.
Se você ainda tem dúvidas quanto a se vale ou não a pena conferir esse game, confira o nosso gameplay comentado do game, mostrando todas as mecânicas e macetes.
Muito obrigado a todos que conferiram nossa Anatomia Resident Evil #2 e continuem ligados porque tem muita coisa legal vindo por ai.


 Isaac Cruz


sexta-feira, 28 de março de 2014

Nostalgia: Disgaea 2: Cursed Memories







Fala Galera!!    Depois de jogar bastante South Park, eu senti uma saudade imensa de um dos jogos que eu mais joguei na vida, Disgaea 2: Cursed Memories.
Porém este não vai ser um review completo, vou deixar para um próximo post. Este, vai ser para contar um pouco do que me fez gastar 600 horas da minha vida jogando um único jogo.

O jogo, desenvolvido pela Nippon Ichi, é um RPG em turnos, que possui uma jogabilidade muito simples, porém agradável e fácil.
A história começa na cidade de Veldime, uma cidade amaldiçoada pelo grande Overlord Zenon, que transformou todos os habitantes em monstros, exceto por um jovem chamado Adell, nosso personagem principal.
Adell tem como objetivo chegar no castelo de Zenon e o derrotar, porém ele não sabe como chegar lá.
Sua mãe faz uma magia de invocação, para invocar o próprio Overlord Zenon, porém dá errado e ela invoca a filha dele, Rozalin.
Assim que eles percebem que deu errado, ele pegam Rozalin com guia, para chegar até Zenon, e é a partir daí que a história começa, com a longa jornada até o castelo do Overlord Zenon.
Sinceramente, quando eu joguei o jogo pela primeira vez, eu não entendi nada da história, pelo fato do jogo ser todo em Japonês ou Inglês. Porém quando eu voltei a jogar, alguns anos depois, eu pude entender a história, e até mesmo as piadas que são feitas. E posso dizer que o jeito como a história se desenvolve e a maneira como a história é contada(por meio de diálogos entre os personagens), são muito bem feitas.


A jogabilidade de Disgaea é simples.Quando você não esta em nenhuma fase, você pode se movimentar dentro da cidade livremente. Já o combate é feito em um campo 3D, que é dividido em quadrados. Cada personagem tem um número de quadrados em que pode se movimentar por cada turno, e um alcance de magias e ataque (caso use armas e magias de longo alcance).
 O jogo possui capítulos e fases, onde cada capítulo e fase tem um design diferente.


O gráfico não era dos melhores, porém para um jogo de Playstation 2, já estava ótimo. O jogo conta com cores bem vivas, dependendo do cenário. Cada capítulo possui uma cutscene de apresentação, onde mostram um pouco do novo cenário que se passará aquele capítulo.

Porém o que realmente chamou minha atenção foi a quantidade de classes que o jogo possui.
Dentro de Disgaea 2, você pode criar novos personagens que você controlará nas batalhas. O legal, é que não é só a classe de Lutador que você pode criar, mas conforme seu Lutador evoluir, você libera um novo tipo, como por exemplo o Guerreiro, e conforme o seu Guerreiro evoluir, você pode liberar o Destruidor, o Gladiador e etc.
O interessante é que não é só o Lutador que possui evolução, mas sim todas as 34 classes, que evoluem não só em nome, mas em aparência, status(força, inteligência e etc.)




 O combate é muito completo, pois todos os personagem pode fazer as seguintes ações: movimentação, ataques básicos, habilidades especiais, defender, levantar alguém, usar itens, trocar equipamentos e ver os próprios status.
A ação de levantar somente é possível ser feita por humanos, e consiste em segurar outro personagem nas mão, para que ele não seja atingido pelos inimigos, ou para atirar ele mais longe. Enquanto você estiver levantando alguem, o personagem não poderá se mexer até que ele lance o personagem de volta ao jogo, porém o personagem pode atacar, e quando isso acontece, eles executam um combo, onde é dividido o XP, caso o inimigo for morto.

O jogo tem níveis, que vão de 1 até 9999. Eu nunca consegui colocar um personagem no nivel máximo, mas eu garanto que fica muito apelão.
Além do nível comum, temos os níveis de Mastery das armas. Quanto mais o personagem usar um tipo de arma, como espada, mais habilidade com esse tipo de arma ele vai ter, e quanto mais nível, mais skills de arma são liberadas.

Na série Disgaea, temos a Dark Assembly, que é um Senado, onde o personagem tenta convencer os senadores a aprovarem o seu pedido. Os pedidos vão desde aumentar o nivel dos itens nas lojas, até liberar fases que não estão presentes na história do jogo. Porém para pedir, você tem que pagar com Mana, que é adquirida ao matar os inimigos.
O personagem  pode dar itens para os senadores, para mudar a opinião dele e de seus aliados.


Bom gurizada, acredito que eu já tenha dito tudo que eu realmente gostava no jogo. Com certeza é um ótimo jogo, que mesmo depois de virar a história, ainda da vontade de jogar. Tanto que o jogo conta quantas vezes você zerou, sendo contato como Ciclos.
Eu virei no minimo 12 vezes a história, e mesmo assim o jogo continua divertido.




Até mais!                                  
Thomas Glapinski              



terça-feira, 25 de março de 2014

Bot Lane - League of Legends

Tudo bom pessoal? Essa semana não tive muito tempo livre, então tive que fazer um post um pouco menor, mas vou dar continuidade nele, tratando vários assuntos sobre a bot lane, começando com um "guia" geral.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Agora Não Dá Podcast! #15 - Diablo

Faaaaaaaaala Gurizada!

Bom, aqui vai o novo podcast, dessa vez sobre um dos melhores jogos EVER! Diablo.


Junte-se a Vini Weizenmann, Fell, Gabão, André, Isaac e EJ Vladimir em uma animada e interessante conversa sobre a série inteira de jogos intitulados "Diablo"!